segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Igreja Quadrangular inaugura Centro Educacional em Araras

Foto: Reverendo Durvalino Brocanelli e Pastora Santina
Araras (interior de São Paulo) - A Igreja do Evangelho Quadrangular "Catedral da Paz",inaugurou no último domingo (14), o Centro Educacional que ficará sob os cuidados da IEQ Araras. 

O moderno edifício possui elevador, sistema de ar condicionado, 42 vagas de estacionamento em subsolo, área administrativa, duas cantinas e pátio coberto. 

No total serão 41 salas onde estarão distribuídas biblioteca, laboratórios de química e física, salas de apoio, laboratório de informática, inglês, libras, laboratório de musica, sala de enfermagem, sala de coordenação, sala dos professores e de reunião. No início haverá aulas de Ensino Teológico e Educação Cristã, e há projeto de em 2016 o Centro Educacional se tornar uma escola com as demais disciplinas, sempre respeitando as diretrizes do Ministério da Educação. 


O engenheiro e projetista do Centro Educacional é Odair Baio Brocanelli e a construtora responsável a Brasil Batistella. O prédio foi todo construído com recursos próprios da IEQA, sendo que o Reverendo Durvalino Brocanelli e a Pastora Santina Brocanelli agradecem imensamente toda a comunidade que frequenta a Igreja do Evangelho Quadrangular, seus pastores e toda sua equipe, assim como os mestres de cerimônia do evento, Jô Fiori e Ricardo Colite. Com previsão de abertura para começar a funcionar a partir do segundo semestre de 2015, o Centro Educacional é um verdadeiro presente para Araras e região. 


Estiveram presentes na inauguração diversas autoridades como o Prefeito Nelson Brambilla e a esposa Elaine Brambilla, o vice-prefeito Carlos Jacovetti com a esposa Maria Rosa Jacovetti, o presidente nacional da IEQA Mário de Oliveira, o pastor e deputado federal Celso Nascimento, secretário geral de finanças da IEQA, João Tranquilo Beraldo, secretário de Segurança Pública e Defesa Civil. Mais informações na secretaria da IEQA: Rua Padre Manoel da Nóbrega – 141 – Jardim Fátima – (19) 3541-5634 / 3542-3409 /
Fotos: Renata Moura

sábado, 13 de dezembro de 2014

Eis o Sinal de Jonas

"Deparou o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe. Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e disse: Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz. Pois me lançaste no profundo do coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim. Então, eu disse: lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo? As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça. Desci até os fundamentos dos montes, desci até a terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim, para sempre; contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus! Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor; e subiu a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso. Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação! Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra" (Jn 1.17-2.10).
Quando os fariseus e escribas pediram um sinal especial ao Senhor Jesus, que O identificasse como Messias, Ele respondeu: "Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12.39-40).
Em todos os tempos os indivíduos, a ciência e a medicina fizeram a pergunta: "Como devemos lidar com a morte?" Alguém conseguiu resolver o problema da morte: Jesus Cristo. Ele, que é a própria vida, venceu a morte. Ele diz a toda pessoa: "...porque eu vivo, vós também vivereis" (Jo 14.19).

Uma vista geral da história judaica

Lemos em Jonas 1.17: "Deparou o SENHOR um grande peixe, para que tragasse Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe." Deus tem a história de Israel em Suas mãos, como outrora cuidou de Jonas. Esse Seu povo da Antiga Aliança não está entregue ao arbítrio do mar das nações e nem está exposto à morte – embora no passado tenham morrido muitos judeus –, pois o Senhor dirige tudo da maneira como havia determinado de antemão em Sua determinação salvadora. Ernst Schrupp escreve a respeito:
A palavra profética conduz a história para o seu termo. Freqüentemente Israel torna-se culpado diante do seu Deus e é julgado por Ele devido a isso, mas continua sendo Seu povo, com o qual Deus continua fazendo história. E assim também é com a Igreja procedente dentre os judeus (Jo 4.22). Aqueles, no entanto, que lutam contra o povo de Deus, em última análise o fazem contra o Deus dele e Seu Ungido, o Messias Jesus Cristo. E eles ficam sob o domínio do adversário de Deus, sucumbem ao engano por meio do falso profeta, seguindo o anti-Messias.
As alianças de Deus com Israel (exceto a aliança do Sinai) são indissolúveis e não dependem de condições especiais:
• A Aliança Abrâmica (Gn 12;13;15;17) é indissolúvel.
• A chamada Aliança Palestina (Dt 30 1-10), as promessas de terra válidas para sempre, são indissolúveis.
• A Aliança Davídica (2 Sm 7; 1 Cr 17): Deus promete a Davi uma geração real que não terá fim, até o grande Rei Jesus Cristo. Esta aliança é indissolúvel.
• Também a "nova aliança" para o Milênio ("Na mente deles imprimirei as minhas leis...", veja Jr 31.31-33), é indissolúvel.
Não se pode exterminar esse povo. A história de Deus com os judeus continua. É o que também vemos no caso do profeta judeu Jonas: apesar de todos os empecilhos, Deus o levou ao ponto onde o queria desde o começo.
Jonas esteve "três dias e três noites no ventre do peixe." Também o povo judeu afundou no mar das nações. Os judeus mal eram percebidos. Por assim dizer, eles afundaram até ao nível da morte. Lembremo-nos apenas da terrível Inquisição, dos inumeráveis "pogroms" e da "solução final da questão judaica" no Holocausto. O povo judeu esteve praticamente morto na sepultura das nações. Apesar de tudo isso, eles foram protegidos de maneira maravilhosa por Deus. Justamente a chamada cristandade sempre lançou Israel ao mar e lhe roubou todas as promessas. Mas a situação tornar-se-á ainda pior!
Quando Jonas esteve no ventre do grande peixe, está escrito: "Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e disse: Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz. Pois me lançaste no profundo do coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim. Então, eu disse: lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo? As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça. Desci até os fundamentos dos montes, desci até a terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim, para sempre" (Jn 2.1-6a). Nessa oração de Jonas já foi descrita a oração de sempre dos judeus na Diáspora (Dispersão), mas que atingirá seu ponto culminante somente "no fim dos dias". Pois, segundo meu entendimento, esses versículos descrevem – além da Diáspora e depois dela – o tempo ainda muito pior que está por vir para o povo judeu, ou seja, a Grande Tribulação ou angústia. O Senhor Jesus profetizou a respeito: "porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados" (Mt 24.21-22). Nessa tribulação o remanescente de Israel orará exatamente da mesma maneira como Jonas outrora: "Na minha angústia, clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz." Na Grande Tribulação ou angústia eles invocarão o Senhor como Redentor e serão salvos: "Por isso, está longe de nós o juízo, e a justiça não nos alcança; esperamos pela luz, e eis que há só trevas, pelo resplendor, mas andamos na escuridão. Apalpamos as paredes como cegos, sim, como os que não têm olhos, andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como nas trevas e entre os robustos somos como mortos... Porque as nossas transgressões se multiplicam perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós; porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniqüidades... Temerão, pois, o nome do SENHOR desde o poente e a sua glória, desde o nascente do sol; pois virá como torrente impetuosa, impelida pelo Espírito do SENHOR. Virá o Redentor a Sião e aos de Jacó que se converterem, diz o SENHOR" (Is 59.9-10;12;19-20). Depois de ter orado, Jonas experimentou salvação maravilhosa: "fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus!" (Jn 2.6b). Segundo o meu entendimento, aqui é descrito o começo do restabelecimento de Israel, como já o encontramos em nossos dias: o nascimento de uma nova geração em sua própria terra, que Deus o Senhor tirou da sepultura das nações. E isso conduzirá mais tarde também para o restabelecimento espiritual de Israel, para o qual aponta o versículo 10: "Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra." Saindo do ventre da morte, Jonas encontra a nova vida, para servir ao mundo das nações, como já deveria ter feito antes.
Examinemos a seguir as duas fases da renovação do Estado judeu:

1. O restabelecimento nacional de Israel

Em Ezequiel 37.12-13 lemos a respeito: "Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Eis que abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela, ó povo meu, e vos trarei para a terra de Israel. Sabereis que eu sou o SENHOR quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu."Diante da súplica dos judeus, dos quais foram mortos seis milhões no Holocausto, o Senhor intervirá a Seu tempo de maneira maravilhosa. Isso já nos é mostrado antecipadamente na vida de Jonas:"Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do SENHOR; e subiu a ti a minha oração, no teu santo templo" (Jn 2.7). Esse atendimento a partir do "santo templo" simboliza a volta de Jesus para a salvação do Seu povo. E Jonas representa essa esperança como figura do remanescente de Israel (v. 4).
Malaquias profetiza: "...de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais. o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos" (Ml 3.1). Jesus sairá do templo celestial de Deus, voltará para o Seu povo e então se assentará no templo em Jerusalém. Em Apocalipse 11.19 está escrito: "Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada." Jesus voltará a fim de concluir a aliança com o Seu povo.
O profeta diz em Jonas 2.8: "Os que se entregam à idolatria vã, abandonam aquele que lhes é misericordioso." Por que Jonas teve que intercalar essas palavras na sua oração? Porque ele era uma figura profética e assim apontou para o antigo povo da aliança de Deus. No tempo da Grande Tribulação os judeus, ou seja, os israelitas reconhecerão o que negligenciaram e por que tiveram que passar por essa angústia. Eles abandonaram a misericórdia, porque colocaram os seus mandamentos humanos e acréscimos (Talmude) acima de Jesus, a quem rejeitaram. Assim eles continuaram presos à lei e perderam a graça. A aliança sinaítica não os pode conduzir à salvação. Samuel teve de dizer ao desobediente rei Saul: "Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto aos ídolos do lar" (1 Sm 15.23).
Lemos em Romanos 11.7: "Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos." Isso significa: o remanescente do povo judeu alcançará o que muitos dentre eles perderam ou abandonaram por desobediência ou incredulidade. Nas palavras: "...a eleição o alcançou", é descrita a volta do remanescente. "...e os mais foram endurecidos", refere-se àqueles que buscaram sua ajuda com as nações, em vez de procurá-la com o Deus vivo. Esses líderes judeus estenderão os seus braços para o falso cristo e farão aliança com ele (Is 28.14-16; Dn 9.27). Provavelmente ainda será construído um templo ou algo semelhante, no qual será colocado o "abominável da desolação" [um ídolo] (Dn 9.27; Mt 24.15).
No meu entender essa intercalação (Jn 2.8) está ali para mostrar como na Grande Tribulação muitos de Israel voltarão para o Senhor, mas outros dentre esse povo se afastarão de Deus nessa época (veja Dn 12.1,4,10; Mt 24.9-11). Em relação a esse tempo do fim a Bíblia sempre nos apresenta os dois aspectos. Por um lado, ela diz: "Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira" (Ap 22.15). Por outro lado, ela fala da volta dos pecadores e filhos de Deus desobedientes. Isso transparece profeticamente em Jonas 2.9-10: "Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação! Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra." Assim como Jonas, pelo arrependimento, encontrou o caminho de volta para cumprir a missão que Deus lhe dera, um grande remanescente de Israel encontrará o caminho de volta para o sacrifício verdadeiro, o sacrifício na cruz do Calvário, ao Homem que morreu nela. Eles encontrarão sua salvação no Senhor e O louvarão por isso. Eles encontrarão o caminho de volta à fé dos seus pais e renascerão espiritualmente. Assim eles voltarão para a vocação inicial, de se tornarem uma bênção para as nações.
No segundo capítulo de Jonas a Bíblia nos dá uma visão profética antecipada sobre os dois restabelecimentos de Israel. Aqui vemos o milagre da profecia e dos atos de salvação de Deus. Pois primeiro, quando ainda estava no ventre do peixe, Jonas disse: "...contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida. ó Senhor, meu Deus" (Jn 2.6)., o que tornou-se realidade visível somente mais tarde:"Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação! Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra" (vv. 9-10). No versículo 6 é descrito de maneira profética o começo do restabelecimento de Israel (restabelecimento nacional), que presenciamos hoje em dia, e os versículos 9-10 falam do restabelecimento espiritual definitivo de Israel, que veremos a seguir.

2. O restabelecimento espiritual de Israel

Sobre o restabelecimento espiritual que seguirá ao restabelecimento nacional, está escrito: "Sabereis que eu sou o SENHOR, quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu. Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra. Então, sabereis que eu, o SENHOR, disse isto e o fiz, diz o SENHOR" (Ez 37.13-14). Para este restabelecimento final todos os judeus de todas as nações serão trazidos de volta: "...e os tornarei a ajuntar para voltarem à sua terra, e que lá não deixarei a nenhum deles" (Ez 39.28). Somente então, quando o Senhor Jesus tiver voltado em grande poder e glória, cumprir-se-á a palavra de Mateus 24.31: "E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus" (veja Is 11.11-12; Jr 23.3-8; Ez 39.25-29).
Jonas esteve três dias no ventre do peixe até ser definitivamente restabelecido. É muito interessante que – antes de chegar a louvar a Deus (Jn 2.9-10) – ele já confessou: "...contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus" (Jn 2.6). Constatamos que o versículo 6 representa a atual situação de Israel, o ser retirado da sepultura das nações, a fim de tornar-se novamente uma nação própria e viva: o restabelecimento nacional; e depois, nos versículos 9-10, o restabelecimento espiritual.
O restabelecimento de Israel ocorreu no fim de "dois dias". Será que o restabelecimento espiritual acontecerá no terceiro dia? De qualquer forma, a palavra profética diz: "Depois de dois dias, nos revigorará; ao terceiro dia, nos levantará, e viveremos diante dele. Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra" (Os 6.2-3). Depois de dois dias, Deus o Senhor levou os judeus ao restabelecimento nacional. E no terceiro dia eles viverão diante da Sua face, assim como Jonas saiu das trevas do peixe e voltou novamente à luz diante da face do Senhor.
Aqui devemos deixar bem claro, e na verdade não se pode salientar o suficiente: a volta dos israelitas para a Terra Prometida, que presenciamos em nossos dias, é da maior importância! Por quê? Porque por meio dela se cumpre a primeira fase das promessas de Deus a Israel, e assim é preparado o terreno para a última fase do tempo do fim.

Jesus na história de Jonas

A base ou a condição para a futura salvação de Israel consiste na morte e na ressurreição de Jesus. Cristo é o consumador de tudo para o qual Jonas foi apenas uma fraca imagem.
O próprio Jesus é o "sinal de Jonas", do qual Ele falou: "...mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12.39-40). O Senhor relacionou Sua morte e Sua ressurreição à história de Jonas. Portanto, não existe nenhuma dúvida de que Jonas 2 fala com profundeza profética sobre Jesus, o Filho de Deus sem pecado. Além disso, a Bíblia Anotada por Scofield diz sobre essa passagem:
O fato de que, nesta passagem-chave em que nosso Senhor usa a experiência de Jonas para predizer o Seu sepultamento, as quatro outras referências – isto é, aos homens de Nínive, à rainha de Sabá, a Salomão e ao próprio Cristo ("maior do que Salomão") – são claramente históricas, confirma a historicidade de Jonas. Pois é altamente improvável que o Senhor incluísse uma figura mitológica, como alguns chamam Jonas, no mesmo contexto com estas quatro referências históricas.
Assim como a primeira vinda de Jesus há 2000 anos e sua morte na cruz dividem a história de Israel – 2000 anos a.C. e 2000 anos d.C. –, Jonas 2 divide a história desse profeta em duas partes. Em Jonas 2.2-6a vemos profeticamente a profunda dor da alma de Jesus na Sua separação do Pai. Ele, o Imortal, entregou-se à morte, foi derramado na garganta da morte por nós. Ele, o Criador, foi devorado pela criatura. Assim também as palavras de Jonas estão cheias de declarações dos Salmos que se referem ao Messias:
• "Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz" (Jn 2.2).
De Jesus está escrito profeticamente no Salmo 22: "Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego. Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda. Tu, porém, SENHOR, não te afastes de mim; força minha, apressa-te em socorrer-me. Salva-me das fauces do leão e dos chifres dos búfalos; sim, tu me respondes. Pois não desprezou, nem abominou a dor do aflito, nem ocultou dele o rosto, mas o ouviu, quando lhe gritou por socorro" (vv. 2,11,19,21,24).
• Jonas disse: "Pois me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim" (Jn 2.3).
O Salmo 22.14 diz sobre o Filho de Deus: "Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim." O juízo de Deus que era destinado para nós, derramou-se sobre Jesus; Ele o suportou por amor, por livre vontade.
• "Lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo" (Jn 2.4).
Que horas mais terríveis o Senhor Jesus passou, até que afinal clamou em alta voz: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Sl 22.1; Mt 27.46). Não obstante, vemos em tudo a confiança de Jesus firme como uma rocha no seu Pai.
• "As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça" (Jn 2.5).
Paralelamente está escrito no Salmo 22.14: "Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim" (veja também o versículo 21).
• Jonas disse: "Desci até aos fundamentos dos montes, desci até à terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim" (Jn 2.6a).
O Salmo 22.15 diz sobre Jesus: "Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte."
• Jonas 2.6b e os versículos 8-10 indicam a ressurreição de Jesus e a Sua vitória: "fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus... Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra" (Jn 2.6b e 10), o que também está expresso profeticamente no Salmo 22.
A sepultura teve que devolver Jesus. Ele ressuscitou! O Salmo 22.22 diz: "A meus irmãos declararei o teu nome; cantar-te-ei louvores no meio da congregação." Sobre o sepulcro selado e a ressurreição de Jesus é relatado em Mateus 28.2,5-6: "E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela... Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia." À morte de Jesus seguiu a manhã da Páscoa. A pedra foi arrancada da Sua sepultura. A única coisa que restou aos soldados romanos que estavam guardando o sepulcro foi a impotência. Jesus saiu da sepultura, procurou Seus discípulos e a mensagem se propagou muito rapidamente: "Ele ressuscitou! Ele é o Príncipe da vida, o Vencedor sobre a morte!" E o Novo Testamento diz: "Jesus venceu o poder da morte!"
• Lemos em Jonas 2.8: "Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso".
Na morte de Jesus irrompe a graça. Aquele que deixa os ídolos e se volta para Jesus experimenta a graça de Deus. No Salmo 22.26 está escrito: "Os sofredores hão de comer e fartar-se; louvarão o SENHOR os que o buscam. Viva para sempre o vosso coração."
• Jonas disse: "Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação" (Jn 2.9).
Jonas é um maravilhoso tipo de Jesus Cristo, o Enviado de Deus, Aquele que ressuscitou dentre os mortos para trazer a salvação às nações. Tudo isso resultará na gloriosa volta de Jesus, que é aludida no Salmo 22.28: "Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações."

A mensagem de Deus à humanidade

Falamos sobre o restabelecimento de Israel e sobre a morte e ressurreição de Jesus Cristo. Mas sem demora o Senhor virá para o arrebatamento da Sua Igreja. Pois se atualmente vemos o restabelecimento nacional de Israel, sabemos que também o seu restabelecimento espiritual está por acontecer. Antes, porém, o Senhor virá para a Sua Igreja, a fim de levá-la para a casa do Pai.
Deus não nos transmitiu a história de Jonas apenas como uma narrativa bonita. Não, pelo contrário, por meio dela o Senhor dirige de maneira profética uma mensagem inequívoca à humanidade, isto é: Jesus vive! Ele quer nos dizer que a cabeça da serpente foi pisada, o pecado está vencido e foi tirado o poder da morte (2 Tm 1.10).
Jesus Cristo é o sinal de salvação para todo aquele que nEle crê. Eis o sinal de Jonas! Na morte e na ressurreição de Jesus está contida toda a graça de Deus para nós.
Deus manda dizer-nos: afastem-se de tudo que nega a Jesus! Afastem-se dos gurus dos homens, e voltem-se para a graça de Jesus! Os homens sempre nos decepcionarão, mas Jesus jamais! Antes da crucificação, apontando para Ele, Pilatos disse: "Eis o homem!" (Jo 19.5). Mas Jesus foi e é incomparável, Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem ao mesmo tempo.
Por que será que o Senhor fez que ficasse intercalada na oração de Jonas a frase: "Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso" Jn 2.9)? Porque Ele quer mostrar o que é graça e o que nos impede de desfrutar a graça. Vamos repetir: a graça está contida única e exclusivamente na morte e na ressurreição de Jesus. Mas o empecilho para o recebimento da salvação consiste em não estar disposto a abandonar tudo e entregar nossa vida totalmente a Ele. Quem não faz isso, fatalmente fracassará. A futilidade deste mundo passa, aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente (veja 1 Jo 2.17).
O que você não quer abandonar? Onde está a sua Nínive? Não existe nada pior do que recusar a graça de Deus oferecida em Jesus Cristo. Isso é pior do que perder um filho ou uma filha. É o que se vê claramente na reação do sumo sacerdote Eli, quando um mensageiro lhe disse: "Israel fugiu de diante dos filisteus, houve grande morticínio entre o povo, e também os teus dois filhos, Hofni e Finéias, foram mortos, e a arca de Deus foi tomada. Ao fazer ele menção da arca de Deus" (= a glória de Israel) "caiu Eli da cadeira para trás, junto ao portão, e quebrou-se-lhe o pescoço, e morreu" (1 Sm 4.17-18; veja também os vv. 20-21).
Se é verdade que Jesus vive – então cada um de nós precisa dEle para viver. Portanto, venha à graça, agora!
Uma pessoa antes perdida, que experimentou essa graça de Jesus, escreveu estes versos comoventes:
Eu queria encontrar a paz, procurei-a por toda parte.
Na verdade encontrei muitos pecados, 
mas nenhum coração reconciliado.

Então segui em silêncio até o madeiro da cruz.
Ele saciou o meu desejo, o santo Cordeiro de Deus. (tradução literal do alemão)
(Norbert Lieth - www.chamada.com.br)
Norbert Lieth é Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.
As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Missões Mundiais - Oeste da África

Fábio é natural de Taiwan e Simone natural do Paraná – Brasil.
Fábio foi pastor em Los Angeles (EUA), onde serviu a Deus e recebeu seu chamado, já Simone é pastora auxiliar da 1ª IEQ de Curitiba. Ambos se conheceram em Moçambique em trabalhos missionários e após o casamento serviram a Deus em Moçambique por um tempo antes de seguir para o Oeste da África onde estão atualmente servindo a Deus.
O Oeste da África, ou África Ocidental é uma região muito confusa do ponto de vista político. São quinze nações que dividem um espaço caracterizado por áreas desérticas (Saara, ao norte) e florestas tropicais. Em sua economia local, a exploração de petróleo destaca-se com uma atividade bem atraente para os países.
Desenvolvendo ações voltadas à implantação de igrejas, discipulado e treinamento de líderes, para estabelecer lideranças autóctones. Fabio e Simone tem empenhado todo o esforço para a aculturação da língua a fim de futuramente desenvolver ações comunitárias como com foco na educação, escola de informática, creche e curso de culinária, entendendo que estas ações são essenciais para abrir portas a pregação do evangelho em uma região totalmente fechada.
Nossa Visão

A SGM BRASIL - Secretaria Geral de Missões  é o órgão oficial da Igreja do Evangelho Quadrangular Brasileira que tem como  a elaboração, desenvolvimento, gerenciamento, promoção, pesquisa e divulgação da atividade missionária nacional e internacionalmente.
SGM existe para servir a IEQ no cumprimento da Grande Comissão, mobilizando para o evangelismo e discipulado, para a multiplicação de líderes e igrejas quadrangulares saudáveis em nível local, nacional e internacional. Em cumprimento de nosso propósito Bíblico, cremos que fomos chamados para apresentar a Jesus Cristo, o Filho de Deus, como “o Salvador, o Batizador com o Espírito Santo, o Médico e o Rei que voltará” e para estabelecer igrejas maduras, contextualizadas e reprodutivas. Ser uma secretaria missionária de referência, reconhecida por sua transparência e dedicação bem como pela qualidade do trabalho que realiza e que se posiciona estrategicamente proclamando o Evangelho de Cristo, pautada na fidelidade à Escritura Sagrada visando a expansão do Reino de Deus.

Record produz novela bíblica com elenco de peso

A Rede Record já iniciou as gravações da primeira telenovela com tema bíblico: “Os Dez Mandamentos”. A trama terá como tema principal a história de Moisés, tendo o ator Guilherme Winter como o personagem principal.
Para fazer esse épico, a emissora de Edir Macedo deve investir mais de 27 milhões com cenários, segundo o site TV Foco, fora os gastos com as gravações em outros países. No começo do mês de novembro as imagens foram captadas no Egito e semanas depois no Chile, mais precisamente no deserto de Atacama.
Escrita por Vivian de Oliveira, que também assinou as minisséries bíblicas da Record, “Os Dez Mandamentos” tem Alexandre Avancini como diretor e um elenco de grandes atores escalados para fazerem os papéis principais.
A atriz Gisele Itiê será a esposa de Moisés e além dela há outros grandes atores confirmados: Luciano Szafir, Juliana Didone, Petrônio Gontijo, Vera Zimmermann, Milhem Cortaz, Floriano Peixoto, Angelina Muniz, Adriana Garambone, Marcela Barrozo, Eduardo Lago e outros.
A novela tem estreia programada para março de 2015, substituindo a novela “Vitória” que ocupa o horário das 21h30 da emissora.

domingo, 16 de novembro de 2014

Tipologia Bíblica

O apóstolo Paulo escreve em 1 Coríntios 10.6: “...e estas foram-nos feitas em figura...”. A palavra grega tupos, aqui traduzida por “figura”, tem o sentido de “padrão”, “ilustração”, “exemplo” ou “tipo”. Em 1 Coríntios 10.11, Paulo observa: “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso...”. O quê? Neste caso, Paulo se refere a eventos relacionados ao êxodo no Antigo Testamento. Assim, um tipo é um padrão bíblico, ou uma ilustração bíblica, normalmente extraído do Antigo Testamento, que assume a forma de padrões relacionados a pessoas, acontecimentos ou coisas.
Hebreus 8.5 nos diz que o Tabernáculo foi construído a partir de um padrão celestial que fora mostrado a Moisés no monte Sinai: “Atenta, pois, que o faças conforme o Seu modelo, que te foi mostrado no monte” (Êx 25.40). Estêvão observou em seu sermão: “Estava entre nossos pais no deserto o tabernáculo do testemunho, como ordenara aquele que disse a Moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto” (At 7.44). O Tabernáculo e, mais tarde, o Templo são tipos que se tornam padrões que revelam elementos-chave do plano divino de salvação.
Muitos exemplos de como padrões em vidas de indivíduos fornecem um tipo podem ser vistos nas experiências de personagens da história antiga do Antigo Testamento, como Abraão, Isaque e José. Em Gênesis 22, o padrão do sacrifício de Isaque por Abraão prefigura muitos eventos que espelham a morte e a ressurreição de Jesus. O Senhor disse a Abraão: “...Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá (...) sobre uma das montanhas...” (Gn 22.2). Este versículo oferece um paralelo à entrega que Deus, o Pai, fez de Jesus, Seu Filho unigênito. Acredita-se que o monte na terra de Moriá seja a mesma colina em Jerusalém em que o Templo veio a ser construído e onde Israel ofereceu seus sacrifícios. O ministério de Jesus esteve bastante ligado àquela área. Isaque foi um sacrifício voluntário (Gn 22.5-9), tal como Jesus. A disposição de Abraão em sacrificar Isaque e a eventual provisão de um cordeiro (Gn 22.9-14) retratam o sacrifício e a provisão que Cristo fez definitivamente por nosso pecado.
Certos acontecimentos na vida de José são um tipo e uma prefiguração do relacionamento entre Israel e seu Messias. José revela a seus irmãos um sonho que o apresenta como autoridade sobre eles (Gn 37.5-9). José é rejeitado por seus irmãos (Gn 37.10,11), que planejam matá-lo (Gn 37.18-20), mas acabam vendendo-o como escravo (Gn 37.25-27). Isso retrata a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo. Enquanto isso, sem que Jacó, seu pai, nada soubesse, José subira a uma posição de grande poder e influência sobre as nações pagãs por causa dos acontecimentos ligados a uma grande fome (Gn 41). Seus irmãos descem ao Egito em busca de alimento fornecido pelos gentios, e nessa ocasião José misericordiosamente se dá a conhecer a seus irmãos e restaura o relacionamento rompido (Gn 42-45). Esses eventos retratam a conversão escatológica de Israel a Jesus como seu Messias durante a Tribulação, a qual resultará nas bênçãos milenares para Israel (Gn 46).
Há muitos tipos possíveis na Bíblia. No entanto, um evento ou conceito bíblico só pode ser estabelecido como um tipo depois que o texto foi interpretado historicamente e o padrão dos eventos determinado. Conotações tipológicas não podem ser usadas como a primeira abordagem interpretativa de qualquer passagem. A tipologia adequada só pode ser estabelecida após o fato, numa visão retrospectiva, comparando-se os padrões dos acontecimentos históricos ao plano divino para a história, passada e futura. (Thomas ice).

Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center (Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas) e professor de Teologia na Liberty University. Ele é Th.M. pelo Seminário Teológico de Dallas e Ph.D. pelo Seminário Teológico Tyndale. Editor da Bíblia de Estudo Profética e autor de aproximadamente 30 livros, Thomas Ice é também um renomado conferencista. Ele e sua esposa Janice vivem com os três filhos em Lynchburg, Virginia (EUA).

sábado, 25 de outubro de 2014

Coreia do Norte liberta americano preso por deixar Bíblia em hotel

Outros dois americanos continuam presos depois de serem condenados a trabalhos forçados

Coreia do Norte liberta americano preso por deixar Bíblia em hotelCoreia do Norte liberta americano preso por deixar Bíblia em hotel
O Departamento de Estado americano confirmou que Jeffrey Fowle, 56 anos, foi solto pela justiça da Coreia do Norte onde estava preso por ter deixado uma Bíblia em um hotel.
O americano estava há seis meses na cadeia e as informações sobre o motivo da prisão dele e de outros dois americanos, Kenneth Bae e Matthew Miller, não são exatas.
O caso divulgado é que Fowle entrou no país com visto de turista e que foi preso por ter deixado uma Bíblia em boate da cidade de Chongjin. Outros relatos dizem que o livro sagrado foi deixado no hotel onde ele estava hospedado.
A Coreia do Norte é o país que ocupa a primeira posição no ranking de perseguição religiosa. Segundo o regime autoritário que rege o país, o cristianismo é visto como uma ameaça ao governo e por este motivo os cristãos são tratados com hostilidade, presos e até mesmo torturados.
Fowle conseguiu a liberdade e voou para a ilha de Guam, um território americano no Oceano Pacífico. Não há relatos de quando ele poderá retornar ao seu país. A soltura do americano pode ter ligações com o pedido feito por sua esposa, que é russa, ao presidente russo Vladimir Putin pedindo para que ele enviasse representantes e negociasse a soltura do homem.
Os Estados Unidos tentaram enviar representantes para a Coreia do Norte, mas a visita dos oficiais foi negada. Os outros dois americanos continuam presos e foram condenados a prestarem trabalho forçado. A Casa Branca tenta pressionar a soltura dos homens e deixa claro que não irá ceder a tentativas de extorsão por meio dessas prisões.
Kenneth Bae foi preso sob acusação de exercer atividades religiosas “com o objetivo de enfraquecer o regime” norte-coreano. No ano passado ele recebeu a sentença de 15 anos de trabalhos forçados.
Já Matthew Miller, 24 anos, foi condenado a seis anos de trabalhos forçados sob a acusação de “espionagem”. Ele foi preso depois de rasgar o seu passaporte no aeroporto e pedir asilo às autoridades norte-coreanas. 
Com informações Yahoo.

Livros Cristãos Absolutamente Grátis - Peça agora seu exemplar!

O Amor de Deus Revelado em Jesus, Seu Único Filho (I)



Descrição

O amor de Deus Revelado em Jesus Cristo 

Está escrito: "Ninguém viu a Deus, mas o Deus unigênito, que está ao lado do Pai, é quem o revelou " (John 1:18).
Como foi perfeita a maneira que Jesus revelou a nós o amor de Deus! Como foi perfeito o modo como Jesus nos libertou! Como é perfeita a Verdade da Salvação do evangelho da água e do Espírito! Nós jamais nos arrependeremos de ter recebido a salvação pela fé em Jesus, que veio pela água e pelo sangue (1 João 5:6).

Meu desejo é que todos vocês creiam em Jesus Cristo, em quem o amor de Deus foi revelado, guardem em seu coração a fé que vocês têm no Seu amor, e vivam anunciando esse amor todos os dias. Meu desejo é que todos vocês recebam a bênção da remissão de pecados tendo um encontro com Deus através do evangelho da água e do Espírito.

Do Editor

A Prova Bíblica de que Jesus Levou Todos os Pecados Deste Mundo 

Quando Jesus recebeu o batismo, Ele fez com que João Batista o batizasse, dizendo: "Deixa por agora, pois assim nos convém cumprir toda a justiça" (Mateus 3:15). Nosso Senhor levou todos os pecados do mundo ao ser batizado e apagou todos eles carregando-os até a Cruz. Nosso Senhor cumpriu toda a justiça ao levar todos os pecados deste mundo através do Seu batismo.
Foi por isso que quando João Batista viu Jesus no outro dia, ele disse: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" (João 1:29) Nós temos que entender que não podemos receber a remissão de pecados a não ser que creiamos tanto no batismo de Jesus quanto no Seu sangue na Cruz

Clique no Link a seguir para solicitar seu exemplar inteiramente grátis

:
http://www.bjnewlife.org/portuguese/printedbook/printbook_edition.php?bid=416#