quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O Dilema Palestino


Thomas Lachenmaier

No conflito árabe-israelense ocorre o encontro dos maiores contrastes. Onde falta a vontade e a capacidade para a formação de um Estado, é impossível que surja um Estado.
Quem lança um olhar retrospectivo sobre a história do conflito árabe-israelense, após o estudo dos fatos certamente chegará a uma conclusão notável: o povo árabe já poderia ter fundado seu próprio Estado palestino diversas vezes. E isso teria acontecido com o consentimento de Israel e da sociedade internacional. Essas oportunidades de ouro, no entanto, foram desperdiçadas pelo lado palestino. E não apenas isso: elas foram encerradas com as mais amargas batalhas, guerras, intifada e terror contra Israel. Por que isso é assim?
A primeira data relacionada a essa incapacidade é 14 de maio de 1948. Nesse dia, os judeus e os palestinos deveriam ter criado um Estado respectivamente para cada povo. Eles estavam devidamente autorizados através de uma resolução concedida pela ONU. No calor dos atuais debates fica esquecido que os palestinos poderiam recentemente ter comemorado os 68 anos de existência de seu Estado soberano, ao lado de Israel, se, na primavera de 1948, eles tivessem aceitado a oferta da Organização das Nações Unidas, para a criação de um Estado próprio. Esse teria sido o primeiro Estado palestino da história.
A perda dessa oportunidade de ouro é justamente um exemplo corrente do modo de agir dos habitantes árabes do Oriente Médio. O mesmo aconteceu no Acordo de Oslo, em 1993 ou no ano de 2000, quando o então primeiro-ministro Ehud Barak fez amplas propostas, mas não encontrou parceiros.
Em setembro de 2008, o primeiro-ministro Ehud Olmert fez uma proposta ao seu colega palestino Mahmoud Abbas, para a criação de um Estado com base nas fronteiras de 1967. Olmert a considerou retrospectivamente como “a mais generosa e mais abrangente proposta já oferecida por um primeiro-ministro”. O que faltou no documento foi unicamente a assinatura de Abbas.
Por que parece ser mais atrativo continuar convencendo adolescentes a amarrarem explosivos ao corpo e detonar-se em um mercado público, a se apresentar como combatentes armados com fuzis Kalashnikov, a bombardear Israel com mísseis, ao invés de se preocupar com a organização de uma burocracia eficiente e com a agricultura, com sistemas de escoamento de esgotos e outras urgentes necessidades de infraestrutura? Como se explica a incapacidade dos palestinos em criar um Estado civilizado?
O autor israelense Obadiah Shoher escreve que é errado acusar os palestinos de não estarem dispostos a assumir responsabilidades. Antes disso, devido a fatores históricos, não haveria neles a conscientização para constituírem um Estado e nem a capacidade de realizá-lo.
O senso de um Estado pressupõe a concepção de um território e a vinculação com uma localização concreta. Os clãs palestinos, pelo contrário, são extraterritoriais. O primeiro vínculo das pessoas pertence ao clã, mas nunca está relacionado a um determinado território. Por outro lado, também o pensamento ou a inclinação pessoal do indivíduo deve corresponder às exigências de lealdade do clã – além de, por exemplo, ser dado um emprego a uma pessoa incapaz do próprio clã do que a uma pessoa capaz que pertença a outro clã. O clã, ou a tribo, é um ponto de referência diferente de responsabilidade do que o de um Estado. O Estado (enquanto for democrático) é um conjunto complexo de órgãos dotados com atribuições definidas, que se controlam reciprocamente e são mantidos à vista pela mídia livre e cujos políticos precisam se responsabilizar através de eleições transparentes. Realizar isso exige uma série considerável de condições. Onde estas não existem, não há condições de fundar um Estado.
Cada indivíduo, entre outros assuntos, precisa ajustar suas ações com uma noção sóbria de autoridade estatal. Caso ele não consiga fazê-lo, então a consequência será a existência de Estados com as características encontradas na região árabe. Por exemplo, no Egito: o ditador Mubarak foi eleito com quase 100 por cento dos votos, não havia Justiça independente, nem imprensa livre. A lealdade de um funcionário egípcio será dedicada primeiramente ao membro de seu clã familiar (mesmo que este esteja distante) ou àquele que lhe dá propina, mas não à estrutura abstrata chamada “Estado”.
A corrupção não é simplesmente uma característica difundida na sociedade, porém, a corrupção se infiltrou na constituição do Estado. Em última análise, não somente o Iêmen e a Somália são “estados problemáticos”. Também as nações árabes não dominam nenhuma forma de constituição estatal adequada aos requisitos atuais.
No lado palestino não houve o desenvolvimento de uma identidade de povo. Fala-se de um povo palestino somente depois que Yasser Arafat escreveu essa ideia sobre as bandeiras da guerra política contra Israel. Nunca antes houve uma nação palestina, nem mesmo alguma constituição estatal.
O conflito árabe-israelense tem relação com isso, sendo que nele há a colisão de duas experiências e ordens de valores em relação ao conceito de responsabilidade, de povo e de Estado. No lado palestino não houve o desenvolvimento de uma identidade de povo. Fala-se de um povo palestino somente depois que Yasser Arafat escreveu essa ideia sobre as bandeiras da guerra política contra Israel. Nunca antes houve uma nação palestina, nem mesmo alguma constituição estatal. “Povo palestino” existe no sentido de “ser contra Israel”, mas não para uma constituição concreta de algum formato que se queira atribuir para um modo de convivência estatal.
Israel, no entanto, é exatamente o contrário de tudo isso. Os israelitas certamente representam o povo mais antigo que existe. Os hebreus, de acordo com os conceitos atuais, formam um povo desde a era do bronze. Além disso, sua existência é especialmente devida a Deus – ao menos é essa a visão dos crentes judeus e cristãos. A Bíblia não escreve somente que Deus escolheu o povo de Israel para ser “o seu próprio povo” (Dt 7.6; 14.2 – ARA).
A Escritura Sagrada diz, ainda, justamente a respeito desse povo, que ele foi “criado” por Deus. É o que lemos no Salmo 100.3, ou em Isaías 43.1, onde consta: “Mas agora assim diz o Senhor, aquele que o criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: ‘Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu’”.
Não apenas a identidade do povo de Israel persiste desde um tempo incomparavelmente longo, mas também sua identidade como nação que existiu antigamente em uma constituição estatal e hoje existe novamente. O Estado de Israel já existia há 3.000 anos.
Assim, no Oriente Médio, ocorre um choque entre duas realidades diametralmente opostas. É notável que os políticos palestinos considerem sua luta também como uma luta contra a autenticidade histórica de Israel, como uma luta contra a memória. Isso nos remete ao Salmo 83, onde menciona os inimigos de Deus, que O odeiam e levantam sua fronte desafiadora e dizem: “Venham, vamos destruí-los como nação, para que o nome de Israel não seja mais lembrado!” (v. 4).
Simples Verdade
A luta contra a memória do povo de Israel une os inimigos de Deus já desde milênios. Do mesmo modo como Hamã queria extinguir a memória do povo de Israel e eliminar os israelitas, conforme relata o livro de Ester, assim hoje o presidente iraniano Hassan Rouhani ambiciona varrer Israel do mapa. Também a administração muçulmana do Monte do Templo se opõe a essas provas do passado, que atestam a existência do povo e do Estado de Israel. No âmbito das obras subterrâneas no Monte do Templo, eles destroem os achados da antiguidade e os jogam no lixo. Eles pretendem eliminar a memória da história de Israel. Os arqueólogos israelenses se empenham para ainda salvar alguns vestígios.
No conflito árabe-israelense há a colisão de conceitos diferentes em relação ao povo, à nação e ao Estado. Ali também acontece o confronto entre dois mundos contraditórios referentes à fé no deus bélico Alá e no Deus da Bíblia.
A guerra permanente dos palestinos contra Israel não resultará na criação de um Estado palestino porque, em última análise, eles nem têm esse objetivo, e porque não existe neles a vontade nem a capacidade para a formação de um Estado. Não haveria um Estado palestino, mesmo se os inimigos de Israel conseguissem destruir o país e apagá-lo do mapa. Nesse caso simplesmente restaria uma porção de terra devastada entre o Mar Mediterrâneo e o deserto que passaria a pertencer, ora a um, ora a outro país vizinho – assim como aconteceu durante 2.000 anos. No entanto, para essa faixa de terra, para Israel, a Bíblia promete um futuro diferente. — Thomas Lachenmaier (factum-magazin.ch)

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

VISITANDO O MAJESTOSO MONTE ARBEL


O Monte Arbel é uma montanha deslumbrante na Baixa Galileia que tem vista para o Mar da Galiléia. E, oh, garoto, oferece algumas vistas maravilhosas da área!

Seus maravilhosos penhascos são vistos por milhas ao redor, mas, na verdade, estar no topo das falésias é um daqueles momentos imperdíveis - é realmente um lugar mágico para pegar algumas vistas deslumbrantes sobre o Golan Heights, e até mesmo o Monte Hermon. E não só as vistas são deliciosas, há algumas caminhadas espetaculares na área, incluindo o acesso a uma parte do Jesus Trail.

O parque nacional que está localizado aqui também inclui restos de uma comunidade antiga que uma vez habitou este topo da montanha, e você pode explorar ruínas antigas de uma sinagoga, e até mesmo caminhar até algumas trilhas no penhasco que revelam uma impressionante fortaleza de cavernas no penhasco. Não surpreendentemente fácil de chegar, então, se você tiver um problema de mobilidade, você provavelmente vai querer ignorar esse pequeno desvio ...

Você não encontrará muitas árvores em Mount Arbel (a alfarrobeira solitária pode ser vista por quilômetros ao redor), mas cuidado com alguns animais selvagens interessantes, incluindo falcões, lobos e morcegos. Talvez não seja surpreendente, o parque fica perto antes da escuridão entrar ...

O ponto mais alto do penhasco no monte Arbel fica a cerca de 181 metros acima do nível do mar e a cerca de 390 metros acima do mar da Galiléia. O próprio penhasco foi criado como resultado do Rift sírio-africano e das falhas geológicas que produziram os vales.

Hoje em dia, existem quatro aldeias que vivem no topo da montanha (Kfar Zeitim, Arbel, Kfar Hittim e Mitzpa), mas, para serem honestos, eles são de pouco interesse se você estiver em um horário apertado.

COISAS PARA VER EM MONTE ARBEL

Não perca as ruínas da sinagoga, e a fortaleza da caverna (que é cerca de uma caminhada de 3 horas), bem como os vários vigias deslumbrantes, incluindo o vigia Carob (ao lado da árvore solitária na cimeira da montanha) e o vigia Kinneret, que fornece Você com aqueles tiros do Mar da Galileia como o acima - não se esqueça da sua câmera!

CAMINHADAS NO MONTE ARBEL

Como mencionado, há algumas caminhadas fantásticas no Monte Arbel, especialmente para os mais aventureiros. Aqui estão alguns dos recomendados:

Faça uma nota mental: a trilha "vermelha" desce da área de entrada para a Fortaleza da Caverna. Recomenda-se caminhar por esta trilha. A trilha "preta" desce da vigia da alfarrobeira para a fortaleza da caverna, que é altamente recomendável para caminhar para baixo.

Para a vigia da alfarrobeira:  uma trilha de loop, acessível para caminhantes, marcada em preto. A trilha começa na área de estacionamento, atinge a vigia da alfarrobeira e retorna à área de estacionamento. Comprimento da caminhada:  30 minutos

Para a fortaleza da caverna:  uma trilha de loop com uma subida e subida íngremes, mais adequada para caminhantes experientes. Pegue esta trilha da seguinte forma: deixe a área de estacionamento na Vigilância de Carob Tree (marcada em preto). De lá, continue para o leste, descendo o penhasco, usando a mão e os pés na rocha. Junte-se à trilha "vermelha" e continue para o oeste até a Fortaleza da Caverna, e de lá de volta para a área de estacionamento. Comprimento da caminhada:  3 horas.

Para a Primavera Arbel:  Uma trilha unidirecional em uma encosta íngreme, usando as mãos complicadas e as bases do pé no penhasco. A trilha "negra" sai da área de estacionamento e continua até a Vigia da alfabeto, daqui até a fortaleza da caverna, e descendo a encosta até a Primavera Arbel. Comprimento da caminhada:  2-3 horas. Observe que é recomendável que um veículo o pegue perto da aldeia de Wadi Hammam.

Para a sinagoga:  uma trilha rápida e fácil; A trilha deixa uma pequena área de estacionamento ao lado da estrada, passando por Moshav Arbel. Chega à sinagoga na aldeia Talmudic de Arbel e retorna à área de estacionamento. Comprimento da caminhada:  30 minutos.

Da Sinagoga à Primavera Arbel:  A trilha sai da pequena área de estacionamento perto da estrada que ultrapassa Moshav Arbel, chega à sinagoga na aldeia Talmudic e retorna à área de estacionamento. Comprimento da caminhada:  1,5-2 horas.

VISITANDO MOUNT ARBEL

O horário de funcionamento é limitado ao parque; Durante o verão, está aberto das 8h às 17h e fecha às 16h durante o inverno.
Originalmente publicado no iGoogledIsrael.com 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Ele, o primeiro em tudo

... portanto, ele é primeiro em tudo” (Colossenses 1.18, NVT).
A campainha da porta soou com insistência. Minha esposa abriu e ficou surpresa com nossa neta Daniela, de oito anos de idade, que falou muito excitada: “Imagine, vovó, eu tirei nota 10 em alemão. Foi o melhor trabalho da turma. A professora até leu a minha redação para toda a sala”.
Cada pessoa se alegra quando seu esforço é premiado com reconhecimento. No entanto, nos abala terrivelmente quando houve um esforço sincero e o sucesso fica empacado feito um burro teimoso. Eu penso que os cristãos deveriam verificar se nossos esforços, ambições, desgastes e correrias realmente valem a pena, tendo em vista a eternidade. Pode acontecer facilmente que nos descuidamos da nossa verdadeira vida porque as coisas terrenas são tão “valiosas” para nós que não notamos que fomos atrelados à carroça errada.
Quais são as prioridades para um cristão?
Quando eu era um cristão ainda jovem, eu ficava de joelhos durante horas, clamando ao Senhor Jesus para que ele me mostrasse o caminho para uma vida frutífera. Eu sentia que havia alguém diante do meu coração que reivindicava total direito sobre a minha vida. Eu sabia que se eu realmente quisesse viver feliz e sob a bênção dele, valeria uma única condição imposta pelo Senhor: “Permita que, em tudo, eu ocupe o primeiro lugar em sua vida!”.
As muitas questões em nossa vida serão respondidas corretamente se nós, filhos de Deus, estivermos conscientes com quem estamos lidando. Ali está o Senhor crucificado e ressurreto diante de nós, e pergunta: “Posso ser o primeiro em todas as coisas da sua vida? Posso ser isso?”.

Nossa vida é conduzida ao alto nível determinado por Deus somente se o coroarmos como o primeiro em nossa vida.
É de tirar o fôlego: ele, a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, no qual foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis – tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de tudo e tudo subsiste por meio dele. Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito entre os mortos. Ele é o primeiro em tudo.
O mundo aspira por independência, autoafirmação, autopromoção. Não há limites para a busca de valorização. O que, porém, acontece com os cristãos? Nós de fato preparamos o primeiro lugar para o Senhor em todas as coisas? Ele é o primeiro em todo lugar? Ele pode assumir a direção em tudo?
Há uma guerra em andamento entre a luz e as trevas. Em nossos dias os bandos de Satanás procuram, com toda a violência, contestar o lugar de honra dado ao Senhor Jesus. A igreja de Laodiceia (ver Apocalipse 3.14-22) era de fato uma igreja totalmente organizada, exitosa, consciente e independente. No entanto, o Primeiro – o seu Senhor – estava lá fora, diante da porta.
Onde ele se encontra em nossa vida? Como acontece a nossa vida diária? Ficamos sobrecarregados com milhares de preocupações. Agimos como se nós mesmos tivéssemos que solucionar todos os problemas. Martirizamos nossa alma ao invés de permitir que o Primeiro em tudo assuma “a lança da nossa miserável carroça”. Seria muito mais simples entregar a ele os nossos pacotes de preocupações. Confiar no direcionamento dele. Ah, como seria bom se não ficássemos constantemente atrapalhando a obra de nosso Senhor Jesus! Nós, os espertos. Teimosos. Autossustentados. Lastimáveis. Quanto orgulho há escondido em nosso coração!
Afinal, ainda sabemos com quem estamos lidando quando falamos da glória de nosso Senhor Jesus e de sua salvação? Até parece que temos medo em dar a ele a primazia em todas as coisas. Como se tivéssemos medo das consequências. No entanto, nossa vida é conduzida ao alto nível determinado por Deus somente se o coroarmos como o primeiro em nossa vida. É unicamente nisso que está a fonte da alegria e da felicidade. Pois “aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele” (1Coríntios 6.17).
Essa paz interior, esse abrigo total em seu Deus, foi sentida também por Davi, no deserto de Judá. Que gloriosas experiências são transmitidas no Salmo 63! Ele deu a preferência ao seu Senhor. Permitiu que ele assumisse a direção da sua vida. Entregou a ele tudo o que importunava o seu coração. E como Deus abençoou o seu servo Davi!

Se ele for o primeiro em tudo, então ser discípulo não é um tormento, mas um privilégio.
Nosso medo é que a entrega total nos traga somente desvantagens. Essa mentira, porém, é originada no estojo de venenos do Diabo. Ele quer nos convencer de que os fiéis seguidores de Jesus sofrerão com toda a amargura e acidez da vida. Na verdade, é o contrário que acontece. Se ele for o primeiro em todas as questões da vida, teríamos um panorama totalmente diferente na igreja, no casamento, na família, bem como em nossos negócios do dia a dia.
Sim, é verdade: um cristão pela metade é um insensato por inteiro. Por isso, entregue-se confiadamente ao Senhor Jesus. Se ele for o primeiro em tudo, então ser discípulo não é um tormento, mas um privilégio. Se ele for o primeiro em tudo, então ele já estará lá antes de você chegar. Então ele já tomou as providências necessárias – como naquela ocasião com os discípulos junto ao mar da Galileia, quando eles recolhiam exaustos as suas redes. Ele já havia preparado a mesa para eles e os convidou: “Venham comer” (João 21.12).
Que Senhor maravilhoso, que conhece todas as suas necessidades e que também reservou um lugar para você em sua mesa! — Manfred Paul

Manfred Paul é autor de muitos livros, folhetos e brochuras que foram distribuídos em mais de 30 países, encorajando milhões de pessoas. Casado há mais de 50 anos, tem 3 filhos e 10 netos. Foi Diretor e encarregado das missões da organização internacional Janz Team (agora TeachBeyond), em Lörrach, Alemanha. Por 24 anos foi evangelista e líder espiritual da missão Werner Heukelbach, onde pregou na Alemanha e no exterior. Também participou de transmissões de rádio em diversos países, como Alemanha, Rússia e Equador. Aos 76 anos, ele não pensa na bem merecida aposentadoria. Toda a sua vida está a serviço do Senhor Jesus Cristo.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Corrida Para a Vitória

Qual é o maior sonho de um atleta? Ser o vencedor e subir no pódio! Não creio que exista algum atleta que não tenha esse sonho. Mas para chegar lá há um longo caminho a seguir. Ninguém nasce vencedor. Essa caminhada envolve muito esforço e dedicação.
Numa competição há muitos atletas, mas um só será o vencedor: aquele que conseguir ter a melhor performance de todos os concorrentes na sua modalidade. O atleta precisa, em primeiro lugar, ter o alvo bem focado e observar todas as regras. Nada pode tirar essa concentração. Qualquer deslize pode ser fatal. Fatores importantes a serem observados são: alimentação, descanso, preparo físico, treino, muita vontade de vencer, etc... Isso não é fácil e há muitos obstáculos a serem vencidos. Quantos atletas já sucumbiram por algum detalhe.
A grande verdade é que nossa vida também é uma corrida. A diferença é que essa corrida não é só para um vencedor, mas todos podem vencer. E todos que vencerem receberão um prêmio muito superior ao que um atleta pode ganhar numa competição. A Bíblia diz em 1 Coríntios 9.24-25: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para a alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível”. No que consiste essa corrida e qual é a vitória? O apóstolo Paulo diz em Filipenses 3.7-10: “Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo... para o conhecer, e o poder da sua ressurreição...” Ele nos mostra que vale a pena correr, mas que deve ser da maneira certa. Não por força própria, por boas obras, mas sim pela fé em Cristo. Também afirma em Filipenses 3.12: “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus”. Em outras palavras: não estamos correndo sozinhos e não somos os primeiros. Jesus Cristo já correu e venceu por nós quando deu Sua vida na cruz. Ali ele conquistou o prêmio da vida eterna para nós.
Talvez você seja como um atleta que corre sem rumo ou fora das regras da competição. Neste exato momento você tem a oportunidade de mudar. Entregue sua vida a Jesus, inscreva-se em Sua equipe, corra com os recursos que Ele providenciou para você, e Ele transformará a sua vida, e lhe dará o prêmio da vida eterna. Deus quer que você vença! Lemos em João 10.10: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Para conhecer mais do amor de Jesus e tudo que Ele fez por você, leia a Bíblia!

Vergonha: muçulmanos não conhecem a mesquita Al-Aqsa



Seis entre dez jordanianos nunca ouviram falar da mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém.
Uma pesquisa realizada na Universidade de Amã revelou uma situação surpreendente, que deveria levar à consideração sob a ótica religiosa e política em Israel e arredores. Diante da pergunta sobre o que é a mesquita de Al-Aqsa, apenas 40 por cento dos 6.000 alunos souberam responder.
Imagine só: a Jordânia, no âmbito da Waqf, reivindica ser responsável pela vida religiosa em Jerusalém. A Jordânia é categoricamente contrária a qualquer alteração, por menor que seja, no status quo da área do Templo. Toda e qualquer coisa que acontece na mesquita Al-Aqsa é explorada politicamente. A maioria dos universitários jordanianos, no entanto, não consegue explicar o que é a mesquita sagrada em Jerusalém.
Depois que esses resultados foram divulgados, o Conselho Islâmico para Jerusalém exortou a Universidade jordaniana para que tomasse medidas urgentes para os devidos esclarecimentos referentes à Al-Aqsa. Essa pesquisa foi um duro golpe para o Conselho Islâmico, pois, é ele que há anos organiza protestos exigindo que a mesquita seja “liberta” das mãos de Israel.
A mesquita Al-Aqsa na verdade não tem nenhum significado para muitos muçulmanos em áreas mais próximas. A única coisa que interessa, no entanto, é que Jerusalém e a mesquita sejam mantidas como motivo para atos terroristas. A afirmação árabe que, de acordo com o Alcorão, a mesquita Al-Aqsa pertence aos muçulmanos encontra oposição até dentro da própria sociedade muçulmana. E isso não é um fato novo. Já há alguns anos aumentam as vozes no Islamismo dos que não reivindicam qualquer ligação com a mesquita Al-Aqsa.
No dia 3 de dezembro de 2015, o cientista e autor egípcio Youssef Ziedan admitiu, num programa da TV CBC (Egito), que a mesquita Al-Aqsa em Jerusalém não é a mesquita mencionada no Alcorão e que o Monte do Templo, no coração de Jerusalém, não é um lugar sagrado para os muçulmanos. Na entrevista, ele mencionou antigos estudiosos islamitas, em cuja opinião as mesquitas Al-Haram e Al-Aqsa estão localizadas “na estrada de Meca para Ta’if”.
Masrib, um líder beduíno da Galileia, afirmou há cerca de um ano, através da NRG, que o Monte do Templo pertence aos judeus. “Os judeus mantiveram sua identidade durante 4.000 anos, entre outros, porque eles sempre mantiveram vivo o Templo em sua memória. O mundo inteiro será favorecido por esse Templo”, disse o beduíno. Há dois meses, a reportagem de Israel Heute falou com o Xeique Riad, do Norte, que igualmente confirmou o direito dos judeus sobre Jerusalém, com base no Alcorão.
Antes do retorno dos judeus a Israel, os clérigos islamitas interpretavam o Alcorão de maneira diferente do que o fazem hoje. Enquanto não existia o Estado judeu, os estudiosos islamitas sabiam que Jerusalém e a faixa de terra de Israel pertenciam ao povo judeu, também com base no Alcorão. Como base para isso, indicam Surata 7:137; 5:21 além de outras passagens que falam do sofrimento dos filhos de Israel na escravidão do Egito. Enquanto não havia um novo Estado judeu em vista, as constatações do Alcorão eram consideradas válidas. A partir de 1948 é que a situação mudou. (israeltoday.co.il)

29 de Novembro de 1947: Um Marco na História de Israel

Em muitas cidades israelenses, encontra-se uma rua chamada Kaf-Tet-BeNovember (= “29 de novembro”), porque nesse dia, em 1947, as Nações Unidas votaram no plano de partição da Palestina.
Em maio de 2018 Israel comemorará o seu 70º Dia da Independência. Mas neste ano ainda há um outro evento que muitos veem como um dos marcos mais importantes no caminho para a fundação do Estado judeu. Há 70 anos atrás, no dia 29 de novembro de 1947, muitos da comunidade judaica na terra de Israel, de apenas 600 mil pessoas, reuniram-se em lugares públicos para ouvir a votação pelo rádio. Muitos estavam contando entusiasmados os votos “sim”. Era claro para todos que a renúncia do mandato britânico, estabelecido pela Liga das Nações em 1922, aproximou a fundação futura de um Estado judeu. Desiludido, o Reino Unido devolveu o mandato da região para as Nações Unidas (ONU) em fevereiro de 1947. A ONU havia sido fundada na sequência do fracasso da Liga das Nações, imediatamente após a Segunda Guerra Mundial.
Como mandante, os britânicos esperavam encontrar uma solução para o “problema da Palestina”. Mas, em vez disso, o potencial de conflito aumentou. Por um lado, os judeus estavam com o sombrio capítulo do Holocausto nas memórias e, do outro, eles precisavam assistir a tudo com grande frustação, pois inúmeros sobreviventes estavam presos na Europa porque os britânicos continuaram a mantê-los longe da sua terra. Aconteceram tragédias, como a odisseia dos sobreviventes do Holocausto no navio Exodus. O Yishuv – o assentamento judeu no Israel pré-Estado – tornou-se bem estabelecido no país e contribuiu significativamente para a construção de uma infraestrutura moderna. Ela inclui escolas e instituições de ensino superior, hospitais, grandes empresas bem como empresas de eletricidade e água, mas também a Orquestra Filarmônica de Israel. Ao mesmo tempo, houve ondas de ataques de assaltos sangrentos e maciços por residentes árabes. Mas o lado árabe também parecia frustrado com a situação: embora eles eram superiores em número aos judeus que viviam na região, com cerca de 1,2 milhão de habitantes, os árabes se sentiram reajustados, traídos e vendidos. Também estavam desencorajados devido ao contínuo controle estrangeiro por uma grande potência. Afinal, eles não haviam lutado contra a ocupação otomana apenas para ver seu próprio destino ser dirigido novamente por outro poder.
E então ele se aproximou, esse momento memorável em novembro de 1947. Foi precedido pelas avaliações do Comitê Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP na sigla original). Os onze estados-membros do comitê da ONU (que representavam a organização) mantiveram conversas com ambos os lados; entre outros, com a Agência Judaica e o Alto Comitê Árabe, e também fizeram viagens à região. O Alto Comitê Árabe rejeitou a cooperação com a UNSCOP, em junho de 1947. Várias tentativas de mediação indicaram que nenhuma solução política foi deixada aberta pelo lado árabe. Eis o que os representantes da Agência Judaica escutaram quando quiseram negociar, em uma reunião com o secretário-geral da Liga Árabe, o egípcio Abdul Rahman Hassan Azzam, mais conhecido apenas como Azzam Pasha: “O mundo árabe não está disposto a fazer qualquer compromisso. Sua proposta [...] pode parecer razoável e lógica externamente, mas o destino dos povos não é decidido pela lógica e razão. Os povos não fazem concessões; eles lutam [...]. Vamos tentar vencê-los. Não tenho certeza se teremos sucesso, mas tentaremos. Conseguimos combater os cruzados – por outro lado, perdemos a Espanha e a Pérsia. Talvez possamos perder a Palestina, mas definitivamente é tarde demais para falar sobre soluções pacíficas”.
Embora os membros da UNSCOP estavam apresentando as suas recomendações, concordaram que, em setembro de 1947, a independência palestina deveria ser proclamada depois de uma fase de transição sob supervisão da ONU. A Palestina deveria tornar-se uma entidade econômica. Mas não se pôde concordar sobre mais nada. Assim, levando em consideração recomendações anteriores, como por exemplo a Comissão Peel de 1937, foram apresentados um plano maioritário e um minoritário: naquela época o plano de divisão já se opunha ao plano para estabelecer um Estado federal binacional. Por fim, as Nações Unidas votaram se aceitariam o plano maioritário e se apoiariam sua implementação. Foi, por um lado, sobre a divisão da Palestina em um Estado judeu e árabe, e, por outro, sobre a internacionalização do status da cidade de Jerusalém como Corpus separatum.
Em 29 de novembro de 1947, 56 países votaram em relação a esse plano. Em sequência, cada representante anunciou o “sim”, “não” ou a abstenção. Esse foi o momento em que não só a terra de Israel e todos os habitantes dos Yishuv colaram seus ouvidos no rádio: todo o mundo judeu estava assistindo ao vivo a votação. Para os judeus, não se tratava apenas da chance tangível de recuperar a independência de Estado. Após a experiência da tentativa de genocídio do povo judeu, procuravam muito mais conseguir um refúgio seguro para os judeus da perseguição e extinção.
Finalmente, entre as dez abstenções e os 13 votos contrários, um total de 33 vezes o esperado “sim” aos judeus foi ouvido. Não só em Israel, mas em todo o mundo os judeus estouraram em júbilo. Em Tel Aviv, bem como nos kibutzim, os habitantes judeus da área ainda mandatada dançavam nas ruas. Mas em breve deveriam cair os primeiros tiros que colocariam um fim ao zumbido de alegria. Esses tiros marcaram o início do que aconteceria com a retirada do mandato britânico e com a proclamação do Estado de Israel: a Guerra da Independência israelense, em 14 de maio de 1948. Enquanto a liderança do futuro Estado judeu adotou o plano de partição da ONU apesar da quebra do território judeu, o lado árabe permaneceu em sua estrita rejeição e, em vez disso, pegou em armas.

Os habitantes judeus da área ainda mandatada dançavam nas ruas. Mas em breve deveriam cair os primeiros tiros...
Cerca de sete décadas depois, ainda lutam por estes meios, e mais munições foram adicionadas, como mostra uma cerimônia no Museus de Queens. Neste museu, em Nova York, no distrito de Queens, foram realizadas aquelas votações da ONU. A comissão israelense da ONU tinha quartos reservados ali para uma celebração. Em junho de 2017, a reserva foi confirmada juntamente com o feedback da administração do museu, de que eles estavam ansiosos para “este evento maravilhoso e significativo nas premissas originalmente relevantes”. À medida que o plano se tornou público, os ativistas do BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel) entraram em ação. Eles ganharam uma vitória: o museu cancelou o evento. No entanto, foi uma vitória de curta duração, porque a promessa de cancelamento também foi retirada, ao que o embaixador israelense da ONU, Danny Danon, disse: “Qualquer tentativa de discriminar o Estado de Israel é completamente inaceitável e continuaremos combatendo tais injustiças. Estamos ansiosos para celebrar com orgulho esta histórica decisão das Nações Unidas”. — Antje Naujoks

domingo, 26 de novembro de 2017

20º Congresso Internacional Sobre a Palavra Profética

Congresso 2018

Apresentação

Queridos amigos,
nós cremos na onipotência, onipresença e onisciência de Deus e sabemos que nada é impossível para ele. Apesar disso, encontramos indicações na Bíblia para algo que Deus não pode: “Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo” (2Tm 2.13). Assim, a fidelidade de Deus é imutável, confiável e absolutamente certa! Ela faz parte do seu ser e é parte integrante dele. Diante disso, não precisamos ser lembrados de nossa infidelidade, pois sabemos de nossa inconfiabilidade pela triste experiência própria.
2018 é um ano especial e o convidamos cordialmente a participar dele. Primeiramente, realizaremos o nosso 20º congresso. Ele faz parte do imprescindível banquete espiritual do mês de outubro. Necessitamos de tais dias de comunhão e de estarmos juntos ouvindo a palavra profética para permanecermos no Senhor e para produzirmos frutos. A Chamada da Meia-Noite, em Porto Alegre, foi fundada em 1968. Dos seus membros fundadores, apenas 2 ainda estão entre nós. São 50 anos de história de Deus conduzindo pessoas fracas. São 50 anos de graça e fidelidade de Deus, que não se omitiu e, apesar de nossas falhas, não permitiu que a sua obra parasse. Somando-se a isso, temos o 70º aniversário da fundação do moderno Estado de Israel, com a Declaração de Independência proclamada por Ben-Gurion, em Tel Aviv, no dia 14 de maio de 1948.
Assim, desejo convidá-los a fazerem todo o possível para participar das comemorações dos 20 / 50 / 70, em Águas de Lindóia, pois serão dias inesquecíveis, cujo ponto alto será a noite de Gala na qual diversos irmãos farão uso da palavra e haverá várias apresentações musicais. Será um acontecimento ímpar ouvir os vários pregadores apontando para a fidelidade de Deus. “Aquele que os chama é fiel e fará isso” (1Ts 5.24). Assim haverá verdadeira paz e esperança em nossa vida.
Dieter Steiger
Fundador da Chamada no Brasil
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Preletores

Elia Morise

Arno Froese

Arno Froese é o Diretor-Executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos Estados Unidos. Ele é autor de diversos livros de ampla repercussão. Participou de várias conferências proféticas nos EUA, Canadá, Israel e Brasil. Suas extensas viagens contribuíram para sua aguçada percepção da Profecia Bíblica sob uma perspectiva internacional.
Meno Kalisher

Meno Kalisher

Meno Kalisher serve como pastor da Jerusalem Assembly - House of Redemption e como expositor da Bíblia em congressos interdenominacionais e outros eventos, tanto em Israel quanto no exterior. Meno é judeu messiânico, ou seja, crê em Jesus como seu Salvador pessoal e que Ele é o Messias prometido de Israel. Suas palestras têm sido muito abençoadas, mostrando a visão judaica da Bíblia.
Norbert Lieth

Norbert Lieth

Norbert Lieth é Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.
Gary Frazier

Roger Liebi

Roger Liebi é casado com Myriam, pai de seis filhos, é formado em Música (Conservatório e Faculdade de Música em Zurique - Violino e Piano), Línguas do mundo da Bíblia (Grego, Hebraico clássico e moderno, Aramaico, Acádio), bem como em Teologia (Bacharelado, Mestrado e Doutorado). Completou o Doutorado junto ao Whitefield Theological Seminary, na Flórida (EUA) onde apresentou uma dissertação na área de Estudos Judaicos e Arqueologia sobre "O Segundo Templo em Jerusalém". Entre 2004 e 2011, foi Docente universitário para a área de Arqueologia de Israel e Oriente Médio. Atua como professor de Ensino Bíblico e como palestrante em diversos países. Seu envolvimento com as Escrituras Sagradas e áreas afins gerou uma série de publicações.
Gary Frazier

Thomas Ice

Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center (Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas) e professor de Teologia na Liberty University. Ele é Th.M. pelo Seminário Teológico de Dallas e Ph.D. pelo Seminário Teológico Tyndale. Editor da Bíblia de Estudo Profética e autor de aproximadamente 30 livros, Thomas Ice é também um renomado conferencista. Ele e sua esposa Janice vivem com os três filhos em Lynchburg, Virginia (EUA).
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